UCI Brasil - IGMI-R tem 1ª variação mensal positiva desde 2015
IGMI-R tem 1ª variação mensal positiva desde 2015

Após ficar praticamente estável em novembro, o IGMI-R (Índice Geral de Imóveis Residenciais) registrou em dezembro um crescimento de 0,08% sobre o mês anterior. Essa é a primeira variação positiva do indicador desde novembro de 2015, como aponta a Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança).


O ano passado foi um período que apresentou um recuo contínuo nos valores nominais dos imóveis residenciais, acumulando retração de 2,26%. Em 2015, o decréscimo foi de 0,20%.


Por outro lado, o resultado de dezembro sinaliza uma possível reversão da tendência das quedas acumuladas em 12 meses. Em linha com o que se espera para os fundamentos da economia brasileira a partir do início de 2017, essa reversão pode apontar para um estancamento da baixa dos preços nominais das unidades. Na análise da associação, isso deve apontar uma eventual estabilização dos valores reais ao longo dos próximos meses.




São Paulo, Recife, Porto Alegre, Salvador e Curitiba registraram os maiores recuos nos preços dos imóveis ao longo de 2016

Cidades

Dentre as cidades que apresentaram variações positivas nos valores de seus imóveis residenciais em dezembro, estão algumas das que apresentaram maiores quedas acumuladas ao longo do ano – São Paulo, Recife, Porto Alegre, Salvador e Curitiba.

Apesar da pequena variação negativa de dezembro, Belo Horizonte obteve uma clara suavização da tendência de queda nos preços de seus imóveis residências observada desde o início da série histórica do IGMI-R em janeiro de 2014. Para essas capitais, os resultados indicam potencialmente o final de uma fase de ajustes mais fortes para baixo nos preços nominais.

Os municípios com quedas mais acentuadas nos valores dos imóveis residenciais em dezembro, notadamente Fortaleza e Goiânia, são justamente as duas únicas entre as nove pesquisadas onde se observou elevações nos preços dos imóveis residenciais ao longo de 2016, indicando por enquanto um ajuste defasado com relação ao verificado no restante do país.

O caso de ajuste para baixo nos preços nominais dos imóveis residenciais mais fortes é observado no Rio de Janeiro, onde verificou-se em dezembro de 2016 a continuidade da tendência de baixa iniciada em meados de 2014, que prosseguiu ao longo de 2016. No entanto, o ritmo deste ajuste nominal parece arrefecer, na medida em que a variação do acumulado em 12 meses entre novembro de dezembro (-3,75% para -3,85%) representa um ritmo menor do que verificado anteriormente na passagem de outubro para novembro (-3,49% para -3,75%).

Fonte: www.revistaqualimovel.com.brwww.abecip.org.br

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